Um gesto aqui, não é só um movimento do corpo. Aqui o gesto dá espaço ao silêncio. Ao silêncio de gerações, ao silêncio experienciado, esperadoimposto, ao silêncio que aqui dentro se quebra, e vira gesto. O gesto de emergir como artista. De gritar usando tinta. Aqui o silêncio grita alto e vira gesto. E o gesto vira obra.
Existe um instante em que a imagem ainda não encontrou nome, em que a forma antecede qualquer explicação e o pensamento se manifesta pelo corpo, pela insistência, pela cor e pelo gesto. É desse território que parte “QUE Brut: do silêncio ao gesto”.